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Magic the Minas

Um lugar para a sua coleção, os seus decks e o seu jogo

O Magic the Minas é um site fechado, feito para quem joga Magic e quer um lugar só para guardar as cartas que tem, montar e testar baralho, jogar de verdade e acompanhar o próprio progresso.

De onde ele veio

Ele começou como uma planilha. Era assim que a coleção de casa era controlada: carta por carta, deck por deck, procurando no CTRL+F para saber se aquela carta já estava ali ou quantas faltavam para fechar o baralho. Funcionava, mas não respondia as perguntas que importam — o que eu tenho, o que me falta, e onde cada carta está.

O site é aquela planilha crescida. Por trás dele está o catálogo público da Scryfall, de onde vêm o texto, a imagem e as regras de cada carta, e sobre isso foram construídos o montador de decks, a conferência de formato, a mesa de jogo e, agora, uma economia interna. O objetivo é simples e é sempre o mesmo: tirar o trabalho chato do caminho para sobrar o jogo.

O que tem aqui dentro

A coleção, carta por carta

O catálogo tem mais de 32.156 cartas de Magic já cadastradas, com imagem, custo de mana, tipo, raridade e texto de regras. Você registra o que tem — uma a uma, ou colando a lista inteira de um deck. O site reconhece nome em inglês e em português, casa com o catálogo e passa a saber exatamente o que está na sua caixa.

Montar, conferir e testar deck

Commander, Standard, Pioneer, Modern, Legacy, Vintage, Pauper e Brawl. O montador mostra a curva de mana, confere a identidade de cor do comandante, avisa de carta banida ou fora do formato e diz quantas cartas ainda faltam para fechar. Ele avisa — nunca trava. Quem decide o que entra no deck é você.

A mesa de jogo

Uma mesa de verdade, dentro do site: compra, descarte, cemitério, exílio, contadores, dado e moeda. Dá para jogar contra outro mago pelo código da sala, contra você mesmo para testar deck contra deck, ou pela rede lá de casa, sem internet. A sua mão fica escondida do outro assento pelo servidor, não pela tela. E não há relógio: a vez só passa quando você clica.

O ONEUB, a moeda da casa

Uma moeda só, inteira, sem conversão. Ela entra por presença — entrar no site em dias seguidos rende mais a cada dia —, por conquista concluída, por vitória na mesa, por carta cadastrada à mão e pela venda de repetidas ao mercador. Todo movimento fica registrado num extrato que você abre no Baú e confere linha por linha.

Os seis mercadores

Cinco deles vendem cartas de uma cor de mana cada; o sexto vende só as multicoloridas. A banca de cada um traz 14 cartas e troca a cada dois dias — e as 14 são divididas de propósito para dar deck: terrenos, criaturas baratas, criaturas grandes, mágicas e um destaque. A banca é a mesma para todos os magos no mesmo período, e atualizar a página não sorteia outra.

Os boosters, e o sorteio deles

Vinte tipos de pacote, cada um puxando de coleções diferentes. Cada pacote traz 14 cartas sorteadas na hora em que ele nasce: sete comuns, três incomuns, um terreno, duas de sorte e uma rara — que tem chance de vir mítica. Qualquer carta pode sair foil. O sorteio acontece no servidor, e a carta que você ainda não virou não é enviada para o navegador: não há como espiar o pacote antes de abrir. Você abre carta por carta, ou manda virar tudo de uma vez.

Não se compra nada com dinheiro de verdade. A moeda do site não é vendida, não é comprada e não vale nada fora daqui. Não existe cartão, não existe PIX, não existe pacote de moedas. O site é gratuito e não comercial, e é isso que o mantém dentro da Política de Conteúdo de Fã da Wizards of the Coast.